sexta-feira, 18 de abril de 2014

Titanic: As 5 melhores teorias da conspiração

O que afundou o Titanic? Teria sido uma maldição, uma fraude ou simplesmente estava escrito nas estrelas.

Teorias da conspiração sobre o naufrágio do Titanic
Esse ano marca o centésimo segundo aniversário do naufrágio do Titanic. Na madrugada do dia 14-15 de abril de 1912, 1517 pessoas morreram depois do impacto do navio contra um iceberg, mas poderiam outras forças estarem envolvidas no acidente.

Maldição da múmia:

Uma das teorias mais famosas da causa do acidente foi a maldição da múmia que estaria sendo transportada para a América à bordo do Titanic.
A fonte do rumor foi a imprensa Inglesa, que divulgou a história logo depois do naufrágio. A múmia teria sido comprada do Museu Britânico por um arqueólogo americano e supostamente traria morte e destruição para quem à perturbasse.
Felizmente, nenhuma múmia estava de fato a bordo do Titanic. Na verdade, o Museu Britânico nunca teve a múmia, apenas a tampa do sarcófago, que nunca deixou o museu e ainda se encontra em exposição.

O Titanic nunca afundou:

Uma das teorias menos populares diz que o Titanic nunca afundou e que na verdade, foi seu o navio gêmeo, o Olympic, que naufragou naquela noite.
Robert Gardiner publicou a hipótese no livro Titanic: O navio que nunca afundou. Na obra, Robert sugere que os donos trocaram navios para uma aplicar um golpe na companhia de seguros.
Uma das falhas na teoria é que a missão de trocar os dois navios teria sido imensa. Outra razão aponta que o Titanic estava seriamente mal-assegurado e que ninguém teria ganho financeiro com o naufrágio.

Estava escrito:

Mais coincidência do que teoria, os trágicos eventos do Titanic foram descritos 14 anos antes no livro de Morgan Robertson Futile, mais tarde re-batizado como Wreck of the Titan.
O livro de 1898 conta a história do navio Titan, que se choca contra um iceberg durante sua primeira viagem pelo norte do Atlântico.
Detalhes como o mês, a hora e o tamanho do navio coincidem com a realidade e o fato de que Robertson acreditava no oculto sugerem que o autor teve uma premonição.


A Lua afundou o Titanic:

Uma das teorias mais recentes apontam que a proximidade entre a Lua e a Terra naquela noite, a maior em 1400 anos, causou a maré alta que transportou o iceberg para a rota do Titanic.
Ao contrario de outras hipóteses, essa é cientificamente plausível. O estudo foi conduzido pelo Dr Donald Olson, um físico da Universidade do Texas, juntamente com um time de astrônomos.
De acordo com o Olson, a proximidade da Terra e da Lua naquela noite de abril foi responsável pela grande quantidade de icebergs na região.

Foi uma miragem:

Outra teoria divulgada pouco antes do centenário diz que uma rara condição atmosférica criou uma miragem que camuflou o iceberg, prevenindo que ele fosse visto até momentos antes do acidente.
O autor da hipótese é um dos maiores especialistas no Titanic, o historiador Inglês Tim Maltin. Ele sugere que o fenômeno raro é criado por condições de tempo peculiares, que causam um reflexo parecido com aquele visto nas estradas em dias quentes.
Segundo Maltin: “É bom saber que todas essas mortes não foram conseqüência de um erro humano que poderia ter sido evitado, mas que foram uma série de circunstancias muito peculiares que pegaram a tripulação de surpresa”.